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Brasão do Município de Chavantes

Autori Dirceu Vedovello

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Brasão do Município de Chavantes

Lei Municipal nº 540 de 31.08.1965
autor Dirceu Vedovello
orientação técnica do heraldista Arcioné Peixoto Faria

 

Simbologia do Brasão do Município de Chavantes segundo o autor:

O ESCUDO samnitico usado para representar o Brasão de Chavantes é de oirgem francesa, sendo o primeiro estilo de escudo introduzido em Portugal, evocando aqui a raça latina, canalizadora e principal formadora da nacionalidade brasileira. 

A COROA MURAL que o sobrepõe é o simbolo univesal dos brasões de domínio e sendo de prata, de seis torres, das quais apenas quatro são visíveis em perspetiva no desenho, indica a grandeza da cidade autônoma, isto é, sede do Município.

A cor do metal PRATA do campo do escudo é, segundo Guelfi, símbolo da amizade, equidade, justiça, inocência e pureza, predicados do povo Chavantense e enaltecidos no Brasão, dotes esses tantas vezes testemunhados pela hospitalidade e lhaneza com que são recebidos os visitantes da cidade.

FAIXA ONDULADA DE BLÁU (AZUL) representa o Rio Paranapanema, principal acidente geográfico do Município, em cujo vale ergue-se soberana a cidade que tem, em sua evolução histórica, vivido em função dos miraculosos dons do grande rio, pelo seu potencial elétrico e piscosidade de suas águas.

A EFÍGIE ABORÍGENE E A PANÓPLIA de sable (preto) com as ARMAS SILVÍCOLAS, constituem-se nas peças parlantes do escudo, evocando o nome da cidade que tem sua origem firmada no acampamento indígena da tribo xavante. 

Em chefe, parte superior do escudo, AS TORRES DE TRANSMISSÃO interligadas pelas linhas paralelas, de prata, lembram no Brasão, a riqueza hidro-elétrica oriunda da usina de força construída, aproveitando o potencial do Paranapanema. 

A COR BLÁU (AZUL), posta em chefe é símbolo heráldico da formosura, perseverança e recreação, evocando os propósitos do povo chavantense de dotar sua cidade de condições turísticas, aproveitando as condições privilegiadas da situação geográfica e climática da região.

Nos ornamentos exteriores, a HASTE DE CANA-DE-AÇUCAR E O RAMO DE CAFÉ, lembram no Brasão os principais produtos da terra dadivosa e fértil, esteios da economia municipal.